Grandes Primatas

Em linhas gerais, é possível afirmar que existem cinco grandes primatas – chimpanzés, bonobos, gorilas, orangotangos e homens/humanos.

Compartilhamos características evolutivas semelhantes, como, por exemplo, a ausência de rabo, cérebro mais complexo e mãos com polegares opositores; além de similaridades cognitivas como reconhecimento de imagem no espelho, capacidade de comunicação por linguagem e criação e uso de ferramentas.

Análises mais contemporâneas da árvore evolutiva sugerem uma nova definição, classificando todos os grandes primatas como hominídeos. Há cerca de 18 milhões de anos, a superfamília Hominoidea se ramificou nas famílias Hominidae (hominídeos) e Hylobatidae (os atuais gibões). A partir daí há a classificação das espécies popularmente chamadas de grandes primatas (veja no gráfico abaixo).

ESPÉCIES AMEAÇADAS

Os grandes primatas não humanos vivem em florestas tropicais nas regiões oeste e central da África e no sudeste da Ásia. Todas as 7 espécies que fazem parte deste grupo estão classificadas como ameaçadas ou em perigo, ou seja, sua população na natureza está diminuindo a um passo que gera um iminente risco de extinção. As principais causas são a destruição de seu habitat e a caça furtiva, para comércio ilegal.

 

VOCÊ SABIA?

Grandes primatas não podem ser chamados de macacos (primatas). Além de não terem rabos, os apes ou símios (sinônimos de grandes primatas) são considerados mais avançados cognitivamente (mais inteligentes), por todos os motivos acima citados.

Os gibões se encontram num meio termo e são classificados como “pequenos apes” (lesser apes, na expressão em inglês). Eles descendem da mesma superfamília Hominoidea, mas ramificaram para a família Hylobatidae. Apesar de também não terem rabos, os gibões são menores e não apresentam as mesmas capacidades cognitivas dos membros da família Hominidae (hominídeos).

Desenvolvimento Evolutivo - Filogensese

Conheça um pouco sobre cada espécie: